Onde Estamos:
Rua José Lins do Rêgo, 65
13.087-221 - Alto Taquaral - Campinas, SP
FONE  19 3256-1346

Centro Administrativo

Fique por dentro de todas as noticias do Centro Administrativo da CIBI em Campinas. Aqui postaremos todas as informações para facilitar o contato entre as Igrejas, o Centro Administrativo e as Juntas.

Regras do Forum da CIBI

O forum da CIBI é um espaço democrático para discussão saudável de ideias e debates referente à nossa doutrina teológica, questionamentos sobre o que cremos e pontos essenciais da nossa história. Também é um espaço coletivo de aprendizagem e colaboração, visando ampliar o debate e consolidar opiniões. Hoje, temos visto muitos pastores debatendo temas importantes no facebook e outras redes, mas entendemos que nossos assuntos devem ser debatidos dentro das nossas estruturas. Você pode ler os temas em debate, sugerir temas para debate e ainda ser facilitador num tema que tenha interesse. Vamos contribuir para o crescimento da denominação e do Reino de Deus. Como todo forum de discussão, temos necessidade de regras, para o bom funcionamento (leia abaixo). Você pode acessar o forum aqui:  www.cibi.org.br/forum

Leia mais:Regras do Forum da CIBI

Editora começa a emitir Nota Fiscal

A Editora Batista Independente está emitindo Nota Fiscal para todas as suas vendas. Mensalmente, para que os volumes de jornal possam ser enviados, o pedido da igreja será faturado, conforme a solicitação de quantidade de jornais feito pela igreja. Essa nota é gerada no momento que o funcionário da Editora, o Marcos Diego, faz o faturamento, e automaticamente é enviado para o email do responsável pela Igreja (no caso o presidente ou o tesoureiro). Este é o primeiro procedimento, pois nos dias seguintes o jornal é embalado e postado nos correios. Um exemplo da nota fiscal pode ser encontrada aqui: http://www.cibi.org.br/cdr/nf_editora.pdf

Leia mais:Editora começa a emitir Nota Fiscal

Regimento Interno da CIBI

REGIMENTO INTERNO DA CONVENÇÃO DAS IGREJA BATISTAS INDEPENDENTES

PREÂMBULO

A Convenção das Igrejas Batistas Independentes, objetivando o aprimoramento e execução dos trabalhos previstos em seus Estatutos, bem como o perfeito funcionamento das sessões de suas assembléias, das reuniões da Diretoria e do Conselho Consultivo, reger-se-á por Este Regimento Interno.
Visando possibilitar a prosperidade do trabalho, e a conservação de uma verdadeira harmonia entre a convenção das Igrejas Batistas Independentes, as Convenções Regionais, as Associações de Igrejas, as Entidades Vinculadas, Juntas e do Centro Administrativo, do ponto de vista da finalidades da Convenção, prima-se pela exatidão pontualidade e honestidade de todos os segmentos, objeto deste Regimento, assim como o perfeito desempenho dos cargos e funções a fim de que seja honrada e dignificada.

Art. 1 – A Convenção das Igrejas Batistas Independentes, doravante designada neste Regimento Interno de Convenção, é uma Entidade Civil, de natureza religiosa, filantrópica, constituída por tempo indeterminado e por número ilimitado de membros, sem fins lucrativos, tendo como finalidade precípua a pregação do Evangelho e a promoção do Reino de Deus em todos os seus aspectos, conforme Estatutos registrados no Cartório (...).

Art. 2 – Este Regimento interno, aprovado pela Assembléia Geral da Convenção, nos termos do artigo 42 dos estatutos, é a norma disciplinadora interna da Convenção, tendo validade para todos os efeitos em seus termos, compreendidos no alcance de sua jurisdição.

CAPÍTULO I

DAS ASSEMBLÉIAS

Art. 3 – A Assembléia Geral é o poder soberano da CONVENÇÃO.

§ 1º - A CONVENÇÃO se reunirá no mês de janeiro de cada dois anos para a sua Assembléia Geral Ordinária, conforme artigo 6º dos Estatutos, em local e data fixados pela Assembléia anterior, e extraordinariamente, quando necessário, para tratar de assuntos que interessam à sua vida administrativa.

§ 2º - Os dias exigidos para a realização da Assembléia Geral Ordinária serão fixados pela Diretoria da Convenção, ressalvado o mês de que trata este artigo, bem como data e local para a realização de assembléias extraordinárias.

Art. 4 – Nenhum representante, devidamente credenciado por sua igreja, poderá ser impedido de participar das Assembléias da CONVENÇÃO, conforme disciplina o artigo 7º e parágrafos dos estatutos.

§ 1º - O arrolamento dos representantes à cada Assembléia Convencional, ficará a cargo da Secretaria da Convenção, que tomará as providências necessárias, colocando no recinto das Assembléias mesas de inscrições e informações.

§ 2º - Os representantes deverão trazer de suas igrejas credenciais, que serão examinadas pelos secretários da CONVENÇÃO, recebendo cada representante a sua respectiva credencial.

§ 3º - Os representantes votarão segundo os ditames de suas consciências.

Art. 6 – Membros de igrejas integradas à Convenção, que estejam presentes às assembléias, poderão assistir ás sessões, sendo-lhes, entretanto, defeso o uso da palavra e o direito a voto.

§ Único: Cabe ao plenário optar permanência ou não de visitantes nos debates.

Art. 7 – As decisões da Assembléia serão irrecorríveis.

§ Único: Somente poderá ser reconsiderada uma decisão de Assembléia, mediante recurso à sessão posterior, feita por representante que tenha tido o seu voto vitorioso quando da decisão sobre o assunto que deseja ver reconsiderado. Vencedora a proposta de reconsideração, o assunto anteriormente aprovado volta à discussão.

Art. 8 – As da Assembléia serão tomadas por maioria relativo de votos, salvo a eleição do Presidente da Convenção, de matéria que envolva alteração dos Estatutos, do Regimento Interno e da extinção da Convenção, que tem sua própria disciplina.

Art. 9 – O quorum para as assembléias ordinárias é de ¼ dos membros arrolados. E para as assembléias extraordinárias é da metade mais um dos representantes arrolados à data e horário da convocação.

§ Único: Para convocação de Assembléia extraordinária, conforme Estatuto o artigo 15, alínea “g”, dos Estatutos, será obrigatória a apresentação, no ato da convocação, os assuntos que serão tratados.

Art. 10 – Por ocasião do arrolamento dos representantes será recolhida uma taxa de inscrição para pagamento das despesas convencionais.

§ – Único: O valor da taxa de inscrição será fixado pelo Centro Administrativo, e divulgada com antecedência mínima de 30 dias, antes da realização da Assembléia.

CAPÍTULO II

DA DIREÇÃO DOS TRABALHOS PLENÁRIOS

Art. 11 – Para dirigir os trabalhos plenários será eleita, na primeira sessão, uma Mesa Diretora, conforme determina o artigo 10 dos Estatutos.

§ Único: À Mesa Diretora cabe coordenar todo trabalho da Assembléia , zelando a fim de que as discussões, propostas e votações transcorram dentro do decoro parlamentar e da ética cristã.

Art. 12 – O Presidente da Mesa é o orientador dos trabalhos e o fiscal da ordem que cuidará pelo fiel cumprimento deste Regimento, tendo ainda os seguintes deveres e direitos:
a) Abrir, presidir e encerrar as sessões;
b) Assegurar o direito à palavra aos representantes, respeitadas as regras deste Regimento, interromper os oradores quando se afastarem das questões em debate; quando falarem sobre matéria vencida ou fora de ordem; quando usarem de linguagem inconveniente ou quando prolongarem demasiadamente o uso da palavra;
c) Suspender a sessão no caso de haver tumulto que torne impossível a continuação dos trabalhos;
d) Resolver todas as questões de ordem;
e) Submeter à discussão e aprovação as propostas apoiadas, encaminhadas na forma deste regimento interno;
f) Exercer o direito ao voto de minerva;
g) Assinar, juntamente com o Secretário, as atas das sessões;
h) Evitar sua excessiva participação nos debates. Caso deseje defender suas idéias, deverá abandonar a direção dos trabalho, confiando-a a seu sucessor imediato;
i) O Presidente poderá indicar uma Comissão de Assessores da Mesa da CONVENÇÃO, a qual caberá responder a consultas sobre matérias estatutárias ou regimental.

Art. 13 – São deveres e direitos dos Vice-Presidentes da Mesa:
a) Substituir, por ordem de eleição, o Presidente nos seus impedimentos;
b) Auxiliar a Mesa, quando solicitado.

Art. 14 – São deveres e direitos dos Secretários:
a) Lavra as atas de cada sessão, nelas anotando as propostas e pareceres aprovados, procedendo sua leitura à sessão seguinte ou atual, bem como de outros documentos determinados pelo Presidente;
b) Captar noções que não sejam escritas;
c) Lavrar a lista nominal de todas as comissões eleitas ou indicadas e respectivos assuntos, encaminhando-as a quem de direito;
d) Firmar as atas juntamente com o Presidente;
e) Não precisam abandonar seus cargos na Secretaria para tomar parte nos debates, devendo, no entanto, zelar pelo bom desempenho de suas atribuições.

CAPÍTULO III

DA ORDEM DOS TRABALHOS

Art. 15 – A pauta de cada Assembléia será elaborada pela Diretoria da CONVENÇÃO. Em reunião preliminar, conforme artigo 14, alínea “f” dos Estatutos, e apreciada na primeira sessão da Assembléia.
§ 1º - Não será admitida discussão de qualquer natureza, que não tenha sido encaminhado com tempo hábil à Diretoria da CONVENÇÃO.
§ 2º - A qualquer representante assiste o direito de lembrar à Mesa assuntos encaminhados e que não tenham sido concluídos na agenda.
§ 3º - A todo representante, devidamente credenciado por sua Igreja, é facultada em nome próprio ou da Igreja que representa, apresentação de moções.

Art. 16 – As sessões serão precedidas de uma devocional que constará de cânticos, oração e leitura bíblica.
Art. 17 – A pauta de cada sessão, por não ser possível a íntegra de sua previsão, na primeira sessão da Assembléia, conforme artigo 14 dos Estatutos, alínea “f”, também constará de:
a) Devocional, artigo 16;
b) Leitura e aprovação da ata de sessão anterior, se o plenário não decidir diferente, considerando o caráter da sessão;
c) Comunicações, expedientes e recebimentos de correspondências
d) Apreciação de pareceres de comissão.

CAPÍTULO IV

DAS REGRAS PARLAMENTARES, DAS PROPOSTAS E DAS VOTAÇÕES

Art. 18 – Para ser discutido numa sessão, qualquer assunto deverá ser introduzido mediante proposta, salvo os pareceres de comissões que já tem àquela natureza.
Art. 19 – Aos representantes é assegurada a igualdade de direito na Assembléia, podendo apresentar propostas, discuti-las, usando de todos os meios previstos neste Regimento para invocar suas prerrogativas.
§ Único: Em qualquer momento, se o representante sentir-se tolhido em seus direitos poderá invocar a proteção deste artigo e, se o Presidente não lhe atender, assiste-lhe o privilégio de apelação para o plenário.

Art. 20 – São deveres dos representantes:
a) Respeitar a Mesa Diretora;
b) Respeitar os demais participantes na Assembléia;
c) Respeitar as regras parlamentares, submetendo-se às decisões do plenário.
Art. 21 - Aquele que desejar falar, para apresentar ou discutir uma proposta, deverá levantar-se e dirigir-se ao Presidente, solicitando a palavra.
Art. 22 – A concessão e o uso da palavra, assim se regerá:
a) A discussão será livre;
b) O presidente concederá a palavra ao representante que primeiro a solicitar. e quando dois ou mais solicitarem a palavra ao mesmo tempo, o Presidente dará preferência a quem, a seu juízo, tenha prioridade. Por cortesia dá-se a prioridade:
- ao proponente da moção,
- ao representante que ainda não falou sobre o assunto,
- ao que estiver mais distante da Presidência;
c) Quando muitos oradores desejarem falar, o Presidente poderá ordenar a abertura de inscrições, que será feita pelos secretários;
d) O plenário poderá limitar o tempo dos oradores. Proposta para limitação de tempo não comporta discussão, uma vez apoiada, será imediatamente posta à votação;
e) Ninguém será interrompido enquanto estiver com a palavra, exceto pelo Presidente, se estiver fora da ordem;
f) Quem desejar apartear um orador deve primeiro solicitar-lhe o consentimento, e não falará se este não dado. Os apartes devem devem ser feitos para esclarecer o orador ou para fazer-lhe perguntas que esclareçam o auditório sobre o assunto que está em consideração. Concedido o aparte, o apartado deve permanecer em pé, pois se assentar, perderá o direito à palavra.

Art. 23 – Feita uma proposta, ela somente será posta em discussão se receber o apoio por parte de outro representante, salvo as que forem encaminhadas na forma de parecer de Comissão que, por força das regras parlamentares, já revestidas dessa formalidade.

§ Único: Qualquer representante poderá dar o seu apoio a uma proposta, sem a necessidade de levantar-se e pedir a palavra, apenas mencionando: “Apoio a proposta feita” ou simplesmente: “Apoiado”.

Art. 24 – Feita uma proposta, apoiada e posta em discussão, qualquer representante poderá apresentar uma proposta substitutiva, baseada na que originalmente foi feita, mas modificando seus termos ou alcance.

§ Único: A proposta substitutiva não pode contrariar fundamentalmente a original.

Art. 25 – Posta uma proposta em discussão, cabe a qualquer representante o direito a apresentação de emendas para acrescentar palavras ou frase (emenda aditiva) ou para suprimir algo ( emenda supressiva).

§ 1º - A emenda será votada em primeiro lugar e, se vencer, será acrescentada à proposta origina, que depois será posta em votação junto com a emenda.
§ 2º - Propostas ou emendas rejeitadas não deverão ser lavradas em ata, salvo recomendação do plenário, e também não serão rediscutidas na mesma sessão.
§ 3º - Qualquer representante que desejar, sendo vencido na votação, poderá solicitar a inserção em ata da justificação de seu voto.

Art. 26 – As resoluções as Assembléia serão tomadas por maioria relativa de votos, bem como para a eleição dos ocupantes de cargos e funções, em que será vencedor o sufragado que obtiver sobre o segundo mais votado, pelo menos um voto de diferença, exceto para o Presidente da CONVENÇÃO.

Art. 27 – O Presidente da CONVENÇÃO será eleito por escrutínio secreto, mediante cédula, e maioria de votos, realizando-se tantos escrutínios quantos necessários para obtenção desse quorum.

§ 1º - Determina-se maioria de votos, a metade mais um de todos os votos emitidos a favor e contra, ignorando-se as abstenções.
§ 2º - Havendo vários candidatos e nenhum deles obtendo a maioria, proceder-se-á novo escrutínio com os dois mais votados.

Art. 28 – Antes de por à votação, uma proposta, o Presidente deve anunciá-la com clareza, para esclarecimento dos representantes, satisfeitos qualquer pedido de esclarecimentos.

Art. 29 – O critério de votações, excecutando-se a matéria do artigo 27, será o uso da senha e nominal quando a matéria exigir.

Art. 30 – A eleição de pessoas ausentes à Assembléia somente poderá ocorrer se, comprovadamente, o indicado houver demonstrado seu consentimento anterior.

Art. 31 – Se houver empate na votação ou dúvidas quanto à contagem de votos, qualquer representante poderá solicitar nova contagem.

§ Único: O Presidente, segundo o artigo 12, inciso “f”, pode exercer o direto de desempate. Caso não queira fazê-lo, a proposta será considerada vencida por falta de maioria.

CAPÍTULO V

DOS RELATÓRIOS E PARECERES

Art. 32 – Deverão apresentar relatórios para apreciação da Assembléia:
a) A Presidência da CONVENÇÃO;
b) A Tesouraria da CONVENÇÃO;
c) Os Seminários Teológicos;
d) As Entidades Vinculadas;
e) As Juntas da CONVENÇÃO.

§ 1º - Os relatórios de que trata este artigo serão escritos e encaminhados à Secretaria da CONVENÇÃO, os quais serão compilados para o Manual do Convencional.
§ 2º - Os relatórios serão encaminhados à Secretaria da CONVENÇÃO até o dia 30 de novembro, anterior à Assembléia que os apreciará.
§ 3º - Os relatórios da Presidência da CONVENÇÃO, da Tesouraria, e das Juntas de Missões, além de constarem do Manual do Convencional, serão lidos na Assembléia.
§ 4º - O relatório da Tesouraria da CONVENÇÃO obrigatoriamente será acompanhada do parecer, por escrito , do Conselho Fiscal.

Art. 33 – A Assembléia, o Presidente da CONVENÇÃO ; A Diretoria e o Conselho Consultivo poderão indicar Comissões para tratarem assuntos de interesse comum.

§ 1º - O primeiro nome indicado será eleito o relator, tendo sob sua responsabilidade coordenar o trabalho da Comissão.
§ 2º - Os pareceres das comissões serão apresentados por escrito, sendo consideradas propostas apoiadas, cabendo-lhes também recursos parlamentar.

CAPÍTULO VI

DO CENTRO ADMINISTRATIVO E DAS JUNTAS

Art. 34 – O Centro Administrativo da CONVENÇÃO; operando em sua sede, é o instrumento para viabilizar o trabalho da Entidade, de onde emanam as soluções de ordem estrutural, acadêmica e operacional.

Art. 35 – Para coordenar as atividades do Centro Administrativo, a CONVENÇÃO terá um Diretor.

§ Único: O Diretor do Centro administrativo será contratado pela Diretoria da CONVENÇÃO, o qual permanecerá no cargo enquanto bem servir.

Art. 36 – Compete ao Centro Administrativo:
a) Cuidar do movimento financeiro e contábil da CONVENÇÃO;
b) Assessorar a Diretoria e o Conselho Consultivo no planejamento das atividades da CONVENÇÃO;
c) Cuidar do movimento patrimonial da CONVENÇÃO, mantendo em perfeita ordem os documentos imobiliários e outros;
d) Assessorar às Igrejas, Convenções Regionais e Associações de Igrejas, Juntas e Entidades Vinculadas.

Art. 37 – As Juntas existentes na CONVENÇÃO, e as que vierem a ser criadas, conforme artigos 30, 31 e parágrafos, dos Estatutos, são os mecanismos que viabilizam o processo de funcionamento orgânico da CONVENÇÃO.

Art. 38 – As Juntas criadas pela CONVENÇÃO, compõem-se dos seguintes membros eleitos pela Assembléia:
a) Presidente;
b) Secretário de atas;
c) No mínimo mais 3 membros.

§ Único: As Juntas poderão ter, conforme seu regimento interno, Secretários Executivos eleitos pela Assembléia.

Art. 39 – As atribuições dos membros das Juntas constarão no regime interno de cada Junta, conforme artigo 31 dos Estatutos.

CAPÍTULO VII

DAS ENTIDADES VINCULADAS

ART. 40 – Entende-se por Entidades Vinculadas aquela e que, embora possuindo personalidade jurídica, são aclopadas à CONVENÇÃO quer por dispositivos de seus próprios Estatutos, que por vínculo apenas de fato.

Art. 41 – A Convenção reconhecerá as Entidades Vinculadas – as que existem e as que vierem a existir – desde que a natureza destas seja compatível com a daquela e que seus Estatutos sejam consoantes aos da CONVENÇÃO.

Art. 42 – A CONVENÇÃO reconhecerá os dispositivos estatutários das Entidades Vinculadas e as decisões de suas diretorias, ressalvada as implicações de ordem patrimonial, fiscal e orçamentaria às quais somente dará seu aval mediante consulta prévia.

CAPÍTULO VIII

DO PLANEJAMENTO

Art. 43 – Para viabilizar a consecução de suas finalidades, e primar por uma operação racional e harmônica de seu trabalho, procurando captar o engajamento de todos os setores denominacionais para a realização em equipe, e evitando dispersão de esforços, a CONVENÇÃO estimulará um encontro anual de planejamento.

§ 1º - O encontro reunirá: o Conselho Consultivo, os representantes das Juntas, Entidades Vinculadas e Seminários Teológicos.
§ 2º - O encontro realizar-se-á no primeiro trimestre de cada ano, convocado pelo Presidente da CONVENÇÃO ou por seu substituto legal.

CAPÍTULO IX

DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

Art. 44 – O exercício financeiro da CONVENÇÃO será de 1º de novembro a 31 de outubro do ano seguinte.

Art. 45 – Este Regimento Interno, que entra em vigor na data de sua aprovação, somente poderá ser reformado no todo ou em parte em Assembléia Geral Ordinária, convocada especialmente a essa finalidade, contando com a votação favorável da maioria absoluta dos presentes.

§ Único: Nenhuma reforma poderá ser contrariar os Estatutos em nenhum de seus termos.

Art. 46 – A CONVENÇÃO, ouvindo o Conselho Consultivo, poderá estabelecer acordos com a Missão de Örebro, com as Convenções Regionais, com as Entidades Vinculadas e outras.

Art. 47 – Os casos omissos serão resolvidos pela Diretoria da CONVENÇÃO, referendados pela Assembléia subsequente.

Art. 48 – Revogam-se as disposições em contrário.

Links CIBI

"

A CIBI está atualização a seção de links do site e necessita que as igrejas e entidades ligadas à convenção que enviem seus endereços de sites para publicação.

Clique aqui para acessar o formulário de contato do webmaster e garanta o seu link no site da CIBI. 

"

Agenda da CIBI 2015

Em 2015 queremos continuar olhando para frente e, como denominação cumprindo com a nossa missão e vocação missionária; por isso agradecemos a cada Igreja que tem entendido e participado dos projetos missionários nacionais e transculturais pois podemos fazer muito mais se fizermos juntos. Temos em média 220 Igrejas que a cada mês contribuem para manter a parceria em 17 projetos nacionais e sustentar 30 missionários em 17 projetos transculturais em 12 Países,

Leia mais:Agenda da CIBI 2015

Novo Site Financeiro da CIBI

Dentro do projeto de modernização da estrutura administrativa da CIBI, estamos implantando o site de vendas da Editora Batista Independente e que também servirá para que as igrejas possam enviar suas contribuições à CIBI, como o Plano Cooperativo (Dízimos dos Dízimos), Ofertas, Adoções Missionárias e Ofertas de Missões, entre outros. O boleto para impressão da contribuição já está disponível. Clique aqui para imprimir o boleto do Plano Cooperativo (dízimos dos dízimos) e ofertas missionárias - leia toda a matéria para compreender as mudanças.

Leia mais:Novo Site Financeiro da CIBI

Sub-categorias

Nesta categoria, veja a lista de Editais, Convocações e Documentos oficiais da CIBI publicados.